investigaree

como trabalhamos

Remoto o tempo todo,
presencial toda semana.

O que muda na prática quando a TI da empresa passa a ser operada por nós: quem entra, com que acesso, com que frequência — e o que acontece às três da manhã.

Como o atendimento funciona

remoto, ininterruptopresencial, 1x por semanaincidente, a qualquer hora
presencial03h14 — incidentesegterquaquisexsábdom

O monitoramento da rede, dos servidores e dos sistemas é remoto e não para. Uma vez por semana, em dia combinado, alguém vai até a empresa. E quando acontece um incidente, o analista ou o perito é acionado na hora — sem esperar o próximo horário comercial.

as quatro etapas

Do diagnóstico ao incidente.

01

Diagnóstico

Antes de propor qualquer coisa, levantamos o que já existe: quantas máquinas, qual ERP, como a rede está montada, quem cuida hoje e o que já deu errado. É desta conversa que sai o escopo — e também o que não faz sentido contratar.

02

Implantação

Assumimos a direção dos serviços de TI e organizamos o que estiver disperso: infraestrutura de servidores, rede, parque de máquinas, supervisão do ERP. Os projetos de melhoria — SOC, automação industrial, meios de pagamento, sistemas sob medida — entram aqui, cada um com prazo próprio.

03

Operação

O monitoramento da rede, dos servidores e dos sistemas é remoto e não para. Para acompanhar de longe, o analista de segurança ou o perito computacional precisa de acesso aos servidores e sistemas da empresa — é uma condição do serviço, e não um detalhe de implantação. Uma vez por semana, alguém vai até a empresa.

04

Incidente

Quando acontece, o analista ou o perito é acionado na hora, sem limite de horário para o início do tratamento. E a ordem importa: preservar primeiro, documentar cada etapa, e só então restaurar. É essa ordem que separa o incidente resolvido do incidente resolvido com prova.

a visita

Um dia fixo por semana, combinado com você.

O atendimento presencial ocorre às terças ou quintas-feiras. O profissional designado pode ser substituído por outro igualmente qualificado, sempre com comunicação prévia — a empresa nunca descobre a troca na portaria.

O resto da semana é remoto: monitoramento contínuo da rede, da infraestrutura de servidores e dos sistemas, com o time de segurança acompanhando o que acontece em vez de esperar o chamado.

Faz sentido para a sua empresa?

A resposta começa pelo diagnóstico — e ele não custa nada. Conte o que existe hoje e dizemos o que dá para fazer.