
Ataque cibernético afeta empresa japonesa com novo tipo de malware
Ataque cibernético envolve nova forma de malware e técnicas avançadas
Uma empresa japonesa foi alvo de um ataque cibernético realizado por um grupo chamado SilverFox. Esse ataque usou uma nova versão de um tipo de malware chamado ValleyRAT. O objetivo era acessar informações importantes e controlar a empresa remotamente.
O ataque começou com um e-mail falso, que parecia ser uma fatura. Esses e-mails são conhecidos como phishing (golpe por e-mail falso) e são usados para enganar as pessoas e fazer com que clicarem em links ou anexos maliciosos.
Importante: Todos os citados são presumidos inocentes até condenação definitiva transitada em julgado (Art. 5º, LVII, CF).
ConvertToPDF.exe e PDFDirect.exe foram usados para instalar um arquivo malicioso chamado PDFCORE8.dll. Esse arquivo é um tipo de componente que pode executar ações no sistema, como instalar outros softwares ou controlar o computador.
O PDFCORE8.dll foi criado de forma maliciosa e pode instalar outros arquivos, como BootRepair.sys, EnPortv.sys e wsftprm.sys, que são drivers (programas que ajudam o sistema a funcionar). Esses drivers ajudam o malware a continuar funcionando mesmo que parte dele seja apagada.
O malware também consegue desativar programas de segurança, como antivírus, e usar uma área do sistema chamada registro do Windows para armazenar informações importantes. Essas informações são usadas para controlar o sistema remotamente.
O ataque tem uma característica especial: ele não para só porque uma parte do malware é removida. Ele tem uma estrutura modular, o que significa que ele pode usar diferentes partes para continuar funcionando.
Os ataques também usam uma marca chamada FaCai2024, que é uma indicação de que o malware está configurado para se comunicar com um servidor remoto (chamado C2). Essa marca apareceu antes em atividades de phishing (golpe por e-mail falso) realizadas por grupos semelhantes.
No Brasil
No Brasil, ataque de malware como esse pode afetar empresas e particulares. A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e outras leis brasileiras regulam como as empresas devem proteger dados de clientes e funcionários. Se um ataque como esse ocorresse no Brasil, seria necessário investigar se as empresas seguiram as normas de segurança exigidas pela LGPD.
Como se proteger
- Use antivírus e firewalls atualizados para detectar e bloquear ameaças.
- Não clique em links ou anexos de e-mails suspeitos, especialmente se parecerem falsos.
- Mantenha senhas fortes e use autenticação de dois fatores (2FA) sempre que possível.
- Faça backup regularmente dos dados importantes para evitar perda de informações em caso de ataque.
Precisa de ajuda com isso?
Se você suspeita que sua empresa ou você pessoalmente foi alvo de um ataque de malware ou phishing, pode buscar ajuda especializada. A InvestigaRee oferece serviços de Investigação de Criptomoedas e Proteção de Identidade e LGPD, que podem ajudar a entender o que aconteceu e como se proteger no futuro. Cada caso é único e a consulta inicial é gratuita e conduzida com sigilo e respeito.
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Este artigo foi adaptado para leitores brasileiros com foco em investigação digital e compliance.
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