Antes de promover um executivo a um cargo de confiança, fazemos uma due diligence interna: verificamos diplomas, processos judiciais, sanções do governo, reputação pública e empresas vinculadas. Tudo com base legal sólida (LGPD) e dentro das posições da ANPD, TST e STJ.
* Tipos de achado verificados em cada due diligence, conforme a LGPD e as posições da ANPD.
Usado por Conselhos de Administração, Comitês e Jurídico Corporativo
Por que promover é o momento certo: uma vez no cargo de confiança, um executivo tem acesso a caixa, contratos, aprovações, dados estratégicos e reporting. Segundo a ACFE (2024), fraudes ocupacionais de alta hierarquia duram em média 18 meses antes de serem descobertas e resultam em prejuízos 4,5 vezes maiores que fraudes comuns. A due diligence antes da designação é o último filtro real.
Casos emblemáticos de governança corporativa:
O que mais aparece nas due diligences (2022-2025):
Avaliamos 18 dimensões — de validação de diplomas e certificações até participações societárias, conflitos de interesse, sanções regulatórias, exposição reputacional e referências qualitativas 360°. Tudo com base legal formalizada e parecer objetivo ao Conselho/Comitê.
O que a gente verifica:
Por que somos diferentes: a due diligence é contratada diretamente pelo Conselho, Comitê de Nomeação, Compliance ou Jurídico — fora da linha hierárquica do executivo avaliado. Isso elimina conflito de interesse no próprio processo.
Cruzamos bases oficiais brasileiras e internacionais, documentos vazados, tribunais, conselhos profissionais e fontes jornalísticas — com base legal formalizada e uso restrito ao órgão de governança solicitante.
Confirmamos diretamente com as instituições de ensino, no Brasil e no exterior, a veracidade dos diplomas apresentados ao RH
Confirmamos certificações profissionais (CFA, PMP, CRC, OAB, CRM) na origem — inclusive status de suspensão
Confirmamos cargos, datas e responsabilidades reportadas no histórico com os empregadores anteriores
Analisamos presença pública em LinkedIn, publicações, palestras e entrevistas — e eventuais inconsistências com o reporte interno
Reguladores nacionais brasileiros — financeiros, concorrenciais e integridade pública
Varredura em todos os tribunais do Brasil: cíveis, trabalhistas, criminais e execuções fiscais
Identificamos participações societárias do executivo, cônjuge e parentes — cruzando com fornecedores, clientes e concorrentes da organização
Sinalizamos vínculos que podem gerar conflito no novo cargo: negócios com fornecedores, concorrentes ou partes relacionadas
Analisamos se os bens reportáveis publicamente são consistentes com a remuneração histórica — sinal de alerta relevante para cargos com autonomia financeira
Consulta a documentação pública internacional e bases de compliance globais
Verificamos listas de procurados e sancionados: EUA, UE, ONU, Interpol e Tesouro Britânico
Pesquisamos mídia, redes sociais e fóruns especializados para identificar exposições reputacionais relevantes
Rastreamos menções em reportagens de fraude, corrupção, CPIs, acordos de leniência e processos de alto impacto
Confirmamos participação atual ou histórica em conselhos, institutos, associações — e eventual desligamento por conduta
Coletamos percepções qualitativas de ex-gestores, pares, subordinados e clientes — com consentimento e em sigilo
Mapeamos lacunas sem explicação, rotatividade fora do padrão setorial, demissões por justa causa e saídas antes de investigações internas
Verificamos vazamentos, credenciais expostas e atividades públicas que possam indicar exposição a extorsão, conflito de lealdades ou comprometimento
Resumo executivo com os achados, escore de risco e recomendação objetiva ao Comitê/Conselho: APTO, APTO COM RESSALVAS, INVESTIGAR MAIS ou INAPTO
Quatro passos com base legal formalizada — de 5 a 10 dias úteis, conforme LGPD e posições da ANPD, TST e STJ
Estruturamos a base legal (contrato de trabalho, política de governança e consentimento formal do executivo) conforme LGPD e posições da ANPD, TST e STJ. Fornecemos o modelo pronto.
Executamos a pesquisa em bases públicas oficiais, tribunais, conselhos profissionais, documentos internacionais vazados, listas de sanções e fontes jornalísticas.
Identificamos sanções, processos, participações societárias, conflitos de interesse, incompatibilidade patrimonial, exposição reputacional e inconsistências com o reporte interno.
Entregamos parecer confidencial de 1 página com escore de risco e recomendação: APTO, APTO COM RESSALVAS, INVESTIGAR MAIS ou INAPTO. Canal seguro e criptografado.
Como a LGPD se aplica: para executivos já empregados, a due diligence se sustenta em (1) cláusulas do contrato de trabalho e da política de governança; (2) legítimo interesse para cargos com autonomia financeira ou acesso a dados sensíveis (LGPD, art. 7º, IX); (3) consentimento específico e formal do executivo para o escopo avaliado.
Fornecemos o modelo de consentimento pronto, validado por nosso jurídico, cobrindo exatamente as fontes utilizadas (bases públicas, tribunais, conselhos profissionais e referências qualitativas).
ANPD: já manifestou preocupação com tratamento de dados de candidatos externos em pré-contratação. TST e STJ: entendem que exigência de antecedentes criminais na pré-contratação pode ser discriminatória, exceto em funções excepcionais (manejo de valores, segurança, informação sensível).
Nossa resposta: focamos em due diligence pré-promoção, onde o executivo já tem vínculo contratual e há base legal sólida para a avaliação. Nosso jurídico valida o escopo proporcional ao cargo de destino antes de executar qualquer pesquisa.
O executivo avaliado tem direito de:
Prazo de resposta: 15 dias úteis | Contato: privacidade@investigaree.com.br
O parecer é CONFIDENCIAL e acessível apenas ao órgão de governança solicitante (Conselho, Comitê de Nomeação, Compliance ou Jurídico). Compartilhar fora desse círculo ou utilizar para finalidade diversa da promoção avaliada é desvio de finalidade.
Papéis LGPD: a Investigaree atua como operadora dos dados. A empresa solicitante é a controladora e deve garantir a base legal e a finalidade proporcional ao cargo de destino.
Se voce notar qualquer um desses sinais, e importante investigar antes de promover o executivo a um cargo de confianca:
Organização: Wirecard AG (Alemanha, fintech listada na DAX) — Posição: COO (Jan Marsalek) promovido internamente a cargo de altíssima confiança, com acesso a caixa e reporting financeiro
O que aconteceu: Em junho de 2020, a empresa reconheceu que € 1,9 bilhão declarados em contas asiáticas nunca existiram. A Wirecard pediu insolvência dias depois. Marsalek, promovido sem verificação independente de conflitos e contatos internacionais, fugiu e segue foragido.
Como descobriram: Auditores externos (EY) identificaram a inexistência dos ativos declarados. A apuração posterior revelou que muitos achados estavam disponíveis em fontes públicas anos antes — mas nunca haviam sido cruzados de forma independente para informar as decisões de promoção.
Lição de governança: Avaliações conduzidas na própria linha hierárquica do executivo não funcionam. A due diligence pré-promoção precisa ser contratada fora dessa linha — diretamente pelo Conselho, Comitê de Nomeação ou Compliance — e cruzar bases oficiais, participações societárias, exposição internacional e reputação pública.
Um parecer confidencial de governança, com anexo de evidências, pronto para apresentação ao Conselho, Comitê de Nomeação ou Compliance.
Promover o executivo errado a um cargo de confianca custa de 2 a 3 vezes o salario anual dele, fora o estrago na imagem da empresa. Melhor verificar antes de formalizar a promocao.
Sigilo total garantido · Parecer criptografado · Acesso restrito ao órgão de governança
Políticas e verificações internas alinhadas à LGPD, com apoio da ANPD/TST/STJ como referência jurídica.
Investigação completa de empresas em 12 camadas para M&A, investimentos e parcerias estratégicas.
Rastreamento de bens ocultos em vários níveis — imóveis, veículos, empresas, contas no exterior e criptomoedas.
O processo se apoia em três pilares: (1) contrato de trabalho e política interna de governança que já preveem avaliação periódica; (2) legítimo interesse do empregador para cargos com autonomia financeira ou acesso a dados sensíveis (LGPD, art. 7º, IX); (3) consentimento formal do executivo, obtido em processo transparente. Fornecemos o modelo de consentimento alinhado com LGPD e posições da ANPD, TST e STJ.
Pesquisa pré-contratação sobre dados sensíveis (antecedentes criminais, por exemplo) é considerada discriminatória pelo TST e pelo STJ, exceto em casos muito específicos (funções que envolvem manejo de valores, segurança ou dados sigilosos). A ANPD também já sinalizou preocupação com esse tipo de tratamento. Para esses casos, quem contrata é o próprio colaborador ao ser avaliado para uma nova posição — daí o foco em promoção interna.
Sim. A LGPD exige tratamento transparente. O executivo deve ser formalmente informado do escopo da verificação, das fontes consultadas e do uso restrito do parecer, e deve assinar consentimento específico para a avaliação. Nós fornecemos o template pronto.
Contato direto com registrars das universidades ou via sistemas oficiais (National Student Clearinghouse nos EUA; HESA no Reino Unido; canais oficiais na Alemanha). Para instituições como Harvard, INSEAD, Wharton e London Business School, usamos os próprios canais de verificação. Prazo típico: 5 a 7 dias úteis.
O parecer vai apenas ao solicitante (Conselho, Comitê de Nomeação ou Compliance). A empresa conduz o follow-up conforme política interna: (1) suspender a promoção, (2) dar contraditório ao executivo, ou (3) aprofundar a investigação. Não comunicamos nada diretamente ao avaliado — sigilo absoluto.
Ideal é disparar assim que o executivo for incluído na lista curta da sucessão ou aprovado pelo comitê interno, antes da formalização da promoção. Due Diligence Básica: 5-7 dias úteis. Due Diligence Completa: 10 dias. Caso urgente (decisão já iminente): versão prioritária em 48h com escopo reduzido.
Se a due diligence revelar fato material omitido pelo executivo (diploma falso, sanção ativa, conflito de interesse relevante) após a promoção, o empregador pode avaliar justa causa conforme CLT, reverter a designação ou aplicar medidas disciplinares. Recomendamos alinhamento com o jurídico interno antes de qualquer decisão.
Básica (10 dimensões): diplomas, sanções no Brasil, processos, empresas vinculadas. Completa/Premium (18 dimensões): tudo da Básica + exposição internacional, listas de sanções globais, pegada digital, análise de conflitos de interesse e 360° qualitativo. A Completa é essencial para cadeiras de C-Level, board, CFO, Compliance Officer e cargos com autonomia financeira.
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